segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Entrevistas - sobre Fritz Alt

Após visualizar as postagens dos entrevistados sobre as Memórias de Fritz Alt, veremos a seguir as entrevistas sobre ensinamentos deixados pelo artista e como era a sua produção artística, além de relatos de descaso com sua obra.

Fritz Alt acompanhando a realização de um bronze na fundição de Otto Bennack. Foto copiada do livro "A vontade do desejo", de Walter de Queiroz Guerreiro.

Produção artística

Léa Alt (neta de Fritz) “Lá embaixo [do Museu Casa Fritz Alt] onde ele fazia as obras, tinha um cavalete enorme que tinha uns ferros em cima, e aquele ferro era uma estrutura que ele ia modelando, [...] moldando para depois passar para o gesso e bronze”.  “[...] [tem obra dele] em Joinville ali na Praça da Bandeira. Inclusive foi minha mãe que posou, além da minha tia e meu tio”. “Cada obra dele demorava muito. Porque imagina: [...] ele colocava num tanque, e ali ele colocava água, sei que fazia uma mistura [no tanque]. [...] Se era um busto, era mais rápido, mas se era um corpo inteiro, até acabar, pois depois ia para o gesso e bronze. Eu não sei te dizer quanto tempo demorava, se era um mês, dois meses.”

Orlando Zacharias (genro de Fritz) “[...] Esses trabalhos eram constituídos [normalmente das seguintes fases]: moldagem da escultura, argila ou o barro, gesso, cera e posteriormente fundido em bronze”.

Descaso 

Léa Alt (neta de Fritz) “O [busto] de Celso Ramos roubaram [...] de madrugada. [...] Eu acho que deveria ter mais divulgação da forma como você está fazendo para não ruir a memória”.

ALT, Fritz. "O Friorento". s/d. Escultura em gesso patinado. Foto de Juliana Rossi.

Agradecemos a Léa Alt Lovisi  e a Orlando Zacharias que gentilmente aceitaram participar das entrevistas sobre Fritz Alt.

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